quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018

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sábado, 20 de janeiro de 2018

Notícia - O medronheiro como cultura sustentável


1. Características da espécie e área potencial de cultivo
O medronheiro ou ervedeiro, espontâneo em Portugal, pertence à espécie Arbutus unedo L. da família Ericaceae e distribui-se pela Bacia do Mediterrâneo, em quase todo o território da Península Ibérica e na parte sudoeste e noroeste da Irlanda.

O medronheiro apresenta porte arbustivo ou arbóreo (até 12 m), com folhas persistentes que se renovam maioritariamente durante a primavera. Esta espécie tem a particularidade da floração e da frutificação coincidirem na época outono-invernal.

As flores, de cor branca ou rosada, produzidas em panículas terminais pendentes, são polinizadas por insetos, maioritariamente abelhas. Os frutos são bagas com 10-20 mm de diâmetro e iniciam a maturação a partir de outubro, evoluindo a sua coloração do verde ao amarelo colhendo-se quando estão vermelhos.

As plantas espontâneas encontram-se em encostas e vales, sombrios ou soalheiros, fazendo parte de matos xerofílicos, bosques perenifólios, acompanhando azinheiras e sobreiros.

A sua abundância no terreno indica-nos a sua preferência pelo tipo de solo e de clima. No entanto, parece ser que o clima exerça maior influência na sua distribuição, pois vegeta em vários tipos de solo, bem drenados, com valores de pH desde o ácido ao alcalino, mas é mais frequente em solos de origem siliciosa.

A principal característica da espécie no que se refere às condições climáticas é a sua grande resistência à secura do solo e da atmosfera e às temperaturas elevadas na época estival.

A temperatura média anual deve ser superior a 12,5 ºC, sem geadas fortes, nem ventos frios. A precipitação anual deve situar-se entre os 500 e 1400 mm. A sua capacidade de resistir às condições climáticas prevalecentes na época estival deve-se sobretudo, às características morfológicas foliares e à estrutura do aparelho fotossintético no sentido de conservar um adequado teor hídrico nos tecidos.

A plantação de medronheiros para produção de fruto deve ter em conta as características ecológicas, evitando solos e locais que à partida se sabe que vão ser desfavoráveis à produção.

2. A investigação e a experimentação feitas pelo INIAV
Em Portugal, até há poucos anos, os medronheiros eram plantas espontâneas, tratadas como plantas florestais, das quais se colhiam os frutos para obter aguardente (medronheira). Devido à dificuldade em recolher os frutos e ao elevado custo desta operação e na perspetiva de fomentar o consumo de medronho em fresco ou o desenvolvimento de novos produtos à base do fruto, iniciaram-se plantações ordenadas desta espécie.

Os investigadores do INIAV têm vindo a desenvolver ações de investigação e experimentação, em parceria com outras entidades e universidades, no sentido de difundir pelos produtores, conhecimentos e as melhores práticas a adotar na cultura do medronheiro.

Informação retirada daqui

Notícia - Vila de Rei debate Agricultura Biológica


A Pinhal Maior – Associação para o Desenvolvimento do Pinhal Interior Sul, em parceria com o Município de Vila de Rei e a equipa do CLDS 3G, organiza a 16 de fevereiro pelas 18h30, uma sessão de divulgação sobre a temática “Agricultura Biológica”.

A iniciativa, de entrada livre, vai ter lugar na Biblioteca Municipal José Cardoso Pires e pretende mostrar as vantagens de desta forma de produção agrícola onde não são utilizados fertilizantes químicos ou pesticidas de síntese.

Os produtos de agricultura biológica destacam-se por ter um melhor sabor e valor nutritivo, contribuindo igualmente para conservar e melhorar a fertilidade do solo e a biodiversidade global dos ecossistemas agrícolas. 

Informação retirada daqui

Notícia - UE: 300 mil pessoas abandonaram em 2016 o setor agrícola


O emprego no setor agrícola tem vindo a descer apesar do aumento em geral, de acordo com os indicadores de contexto da Política Agrícola Comum para 2014-2020, que a Comissão Europeia publicou com os últimos dados disponíveis de 2016.

A economia europeia está a recuperar da crise de 2008 e o emprego global aumentou gradualmente até 66,6% em 2016, comparando com os 65,6% em 2015.

As tendências são semelhantes em todo o tipo de áreas, incluindo as rurais, urbanas, suburbanas e cidades.

Assim, o emprego na agricultura diminuiu ligeiramente em 2016 com um total de 8,9 milhões de pessoas empregadas nesse setor em comparação com 9,2 milhões em 2015.

Este setor representa 3,9% do emprego total em 2016, contra do 4,2% em 2015.

Dos 28 estados-membros, a Roménia, Grécia e Polónia têm a maior proporção de trabalhadores agrícolas do total de emprego com, respetivamente, 22,5; 11,9 e 10% em 2016.

Ao mesmo tempo, o rendimento agrícola começou a reduzir ligeiramente depois de recuperar da crise e alcançar um novo máximo em 2013.

Em termos de rendimento agrícola, ou seja, remuneração de todos os fatores de produção, nomeadamente, terra, capital e trabalho, tendo como o valor da produção menos os custos variáveis, a depreciação e os impostos sobre a produção, mais os subsídios à produção, os rendimentos foram de 144,709 milhões de euros em 2016, um ligeiro aumento em comparação com 2015, mas menos seis por cento que em 2013.

Informação retirada daqui

Notícia - A groselha


A Bagas de Portugal C.R.L. é uma cooperativa de produtores de pequenos frutos. Fundada em janeiro de 2016, tem a sua sede em Sever do Vouga, muito embora os seus cooperadores sejam oriundos de todo o Portugal continental. Esta cooperativa pauta a sua ação pela intervenção em todas as fases de produção, do planeamento à comercialização/ transformação.

Só neste pressuposto é possível dar a conhecer uma opinião produtor/ comercializador, na qual se abordam os dois lados que comunicam frequentemente com um só objetivo: produzir fruta de qualidade.

As plantas de groselha atingem entre 1 e 2 m de altura, podem produzir 3-4 kg por planta, mas só uma parte dessa produção é considerada apta para a comercialização em fresco.

Da experiência com os nossos produtores de groselha, verificamos que esse valor pode chegar aos 50%. A colocação de redes de proteção anti-pássaros também contribui para baixar a temperatura no pomar. Sabemos que temperaturas superiores a 30° danificam as folhas e, consequentemente prejudicam a produção, tanto em qualidade como em quantidade.

A comercialização assenta na qualidade e quantidade da fruta produzida e na estratégia de mercado. Antes de mais, é preciso produzir cachos de groselha com mais bagos, de melhor calibre e o mais cedo possível. É ainda essencial articular o transporte do campo até à prateleira do supermercado, para que se consiga manter a qualidade produzida em campo.

Como não produzimos quantidades muito elevadas de fruta e pretendemos a comercialização no exterior, temos de escolher os mercados preferenciais e quais os nossos parceiros.

Temos, também, de diferenciar a nossa fruta através da sua precocidade, da produção com cobertura e a produção em método biológico, garantindo melhor preço unitário e mais garantia de escoamento.

Formação dos produtores para que consigam o aumento do calibre através de métodos culturais: poda e fertilização adequada. É também importante combater pragas como os pássaros pois retiram alguns bagos do cacho, prejudicando o produto final.

Cobertura dos pomares que antecipa as datas de produção e combate fenómenos meteorológicos como o excesso de água e granizo, entre outros. Higiene dos pomares. Controlar os hospedeiros para determinadas doenças através da plantação, tal como na vinha, de roseiras que antecipam os sintomas do aparecimento de determinadas doenças, o que nos permite um combate preventivo mais eficaz.

Método de produção biológico. É mais exigente na qualificação dos produtores e tem uma menor produção por planta, mas permite maior retorno económico desde que haja um bom planeamento do pomar, da poda e operações culturais, o que permitirá melhorar a sanidade do pomar e aumentar o calibre e o grau Brix.

Informação retirada daqui

Notícia - Saúde no século XXI: uma revolução na alimentação impõe-se


O homem atual é, em termos genéticos (99,9%), praticamente idêntico ao homem primitivo (caçador e recoletor) e, como tal, a sua fisiologia, nomeadamente o seu metabolismo, é a mesma.

O homem primitivo, caçador e recolector de alimentos, alimentava-se, como omnívoro, de produtos animais (carne de caça, pescado, ovos) e de produtos vegetais (folhas, raízes, frutas da estação). Há cerca de dez mil anos, quando começou a dedicar-se à agricultura (revolução agrária), com o “cultivo de plantas e domesticação de animais”, iniciou o consumo de novos alimentos, como cereais, leguminosas e leite de outras espécies animais, possivelmente desconhecidos ou raramente consumidos até então.

Tratou-se possivelmente da primeira grande revolução alimentar: dieta agrária. Os cereais e as leguminosas passaram a ser alimentos básicos e, mesmo presentemente, para a maioria dos médicos e nutricionistas, são considerados alimentos de elevado valor nutricional, nomeadamente quando completos/integrais (boa fonte de energia, proteína, fibra, vitaminas minerais, fitoquímicos) ao contrário da opinião dos investigadores da relativamente recente escola da dieta paleolítica, que defendem que os alimentos a consumir deverão estar de acordo com as características programadas no genoma (ADN) de origem do homem primitivo.

Assim, talvez, não será por pura coincidência que atualmente muito mais pessoas do que se pensa são “sensíveis” ao “glúten” (tipo de proteína resultante da associação de duas outras proteínas (gliadina e glutenina) presente nos cereais (trigo, aveia, cevada…) e dai possivelmente a justificação da presença nos rótulos das embalagens de certos produtos alimentares da designação “ausência de glúten” para pessoas com doença celíaca (doença alérgica traduzida por uma má absorção de nutrientes por lesão ao nível do intestino delgado, com todas as suas consequências).

Há cientistas que acreditam que o glúten dos cereais afeta a saúde das pessoas, mesmo sem sintomas típicos da doença celíaca. Uma segunda família de proteínas dos cereais e leguminosas, as lectinas, podem também afetar negativamente os intestinos, lesando as vilosidades intestinais, interferindo na reabsorção de nutrientes (anti-nutrientes). A possível participação na artrite reumatóide e em certas doenças auto imunes torna ainda mais complexa a problemática do consumo dos cereais e leguminosas que são genericamente aceites como alimentos de excelência, nomeadamente o cereal trigo quando integral. Uma outra substância que está presente em quantidades elevadas nos cereais e leguminosas é o ácido fítico que “adere” aos minerais, cálcio, ferro, zinco e magnésio presentes nas sementes, tornando-os não absorvíveis…

Como se depreende, a matéria é altamente complexa e discutível, mas o facto é que existe…

No campo do leite, o problema não será muito diferente. O leite materno é o melhor e único alimento completo para bebés nos primeiros meses de vida e o não aproveitamento desse dom da natureza paga-se caro.

A frequência com que a amamentação é mínima (escassos dias) devido aos mais variados motivos, destacando-se a má informação, é de lamentar.

O marketing feito nos últimos anos à volta do leite como alimento de excelência para a prevenção da osteoporose (doença associada à falta de cálcio nos ossos predispondo a fraturas) é lastimável.

Acontece que o homem é o único mamífero que consome leite depois de desmamado e, nos animais como a vaca, o hipopótamo, o elefante, enfim, todos mamíferos, mas herbívoros, os ossos suportam centenas e milhares de quilos.

Curiosamente, países com maior ingestão de cálcio de origem láctea tendem a ter mais, não menos, fraturas da anca (E.U.A, Nova Zelândia, Suécia…) e mais comentários poderiam ser feitos sobre a matéria. A intolerância à lactose do leite é um problema que afeta cerca de 70 a 75% da população mundial, principalmente a de origem asiática e africana, que é incapaz de digerir o leite por carência do enzima digestivo láctase, que, fisiologicamente, após o desmame ou pouco depois, deixa de ser fabricado pelo organismo.

O facto de o leite e os laticínios serem produtos agradáveis e aceites como um bom alimento para muitas pessoas é uma coisa, mas afirmar que o seu consumo deverá ser incrementado como preventivo da osteoporose já é outra.

A produção de leite de vaca é, nas últimas décadas, uma atividade empresarial da agricultura, assente basicamente no modelo de produção intensivo-industrial e, como tal, está inserida numa economia de mercado.

O leite que se bebe é uma mistura de largos milhares de litros de explorações diversas e sabe-se que a presença de anti-infeciosos (antibióticos para tratamento de infeções das glândulas mamárias) é frequente, para não se falar da hormona de crescimento utilizada como estimulante de uma maior produção, como se depreende da leitura nas embalagens de certas marcas no E.U.A. (este leite não contém hormona de crescimento).

No campo das carnes o problema também é complexo. A carne de outrora era basicamente proveniente de animais de pastoreio, pouco gorda, equilibrada em ácidos gordos polinsaturados ómega 6 e 3, oriunda dos pastos e com ausência de substâncias tóxicas de origem ambiental.

Nas décadas recentes, a integração das empresas agrícolas na economia de mercado “obrigou” a que a produção de carnes, por exemplo a de bovino, seja feita pelo modo de produção intensivo, em que uma boa parte da engorda é na maioria das vezes feita contra natura, isto é: os animais estão confinados e alimentados frequentemente com rações à base do cereal milho e subprodutos da industrialização (bagaços de soja…), alimentos não consumidos pelos seus homólogos “selvagens” e cada vez mais de origem transgénica e sob a influência de hormonas anabolizantes - sintéticas ou não - antibióticos, etc.

Como consequência, o teor em gordura saturada das carnes da produção animal intensiva é muito superior ao das carnes de animais de pastoreio contendo uma percentagem muito mais elevada de ácidos gordos ómega 6 em relação aos ómega 3, com destaque para o ácido araquidónico (ácido gordo ómega 6 fabricado no organismo animal a partir de ómega 6 alimentar) e a muito provável presença de hormonas anabolizantes e anti-infeciosos.

O ácido alfa-linolénico, (molécula” mãe” da família dos ácidos gordos ómega 3, presente nas folhas verdes, nas nozes, na pera abacate, nos peixes gordos) e o ácido linoleico, (molécula ”mãe” da família dos ácidos gordos ómega 6, presentes no pasto, milho, soja, amendoim e respetivos óleos), são ácidos gordos essenciais (o organismo não é capaz de os fabricar) em que uma das suas funções é a de constituírem respetivamente as matérias primas de construção de substâncias anti-inflamatórias e pró-inflamatórias do organismo.

Informação retirada daqui

quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

Notícia - Azeite do Alentejo à prova na Semana Verde de Berlim


O Azeite do Alentejo vai dar a conhecer-se aos consumidores alemães, entre 19 e 28 de janeiro, na Semana Verde de Berlim, uma das mais importantes feiras internacionais dedicadas à alimentação e agricultura, que se realiza há 83 anos na capital alemã.

O evento junta mais de 1600 empresas e organizações, que se prepararam para mostrar mais de 100 mil produtos alimentares de todo o mundo.

Esta é a primeira vez que o CEPAAL – Centro de Estudos e Promoção do Azeite do Alentejo – marca presença na Semana Verde de Berlim.

Estará no Hall 7.2c, stand nº 109, integrado no stand coletivo da InovCluster – Associação do Cluster Agroindustrial do Centro.

Esta ação de promoção na Semana Verde é organizada no âmbito do projeto de “Promoção do Azeite do Alentejo nos Mercados Externos”, com o qual o CEPAAL pretende reforçar a sua estratégia de promoção externa e dar a conhecer o Azeite do Alentejo e as empresas produtoras a novos mercados.

O objetivo é contribuir para o aumento das exportações, dar visibilidade coletiva a este produto, dinamizar a economia da região e conferir maior competitividade ao setor.

O projeto “Promoção do Azeite do Alentejo nos Mercados Externos” é cofinanciado pelo Alentejo 2020, no âmbito do Programa Operacional Regional do Alentejo. O investimento total é de 320.682 euros, dos quais 256.546 euros são provenientes do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER).

Informação retirada daqui

segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

Notícia - Santarém: Culturas Agroindustriais em debate


Este evento, de âmbito nacional, «irá constituir um amplo fórum de debate e de troca de experiências, com todos os agentes da fileira agroindustrial, e possibilitará um forte estímulo ao desenvolvimento da agricultura do nosso País», salienta a organização.

Os temas a abordar no evento «inserem-se numa época em que, para além da forte competitividade dos mercados e da desvalorização dos produtos agrícolas, são também ordem do dia as questões ligadas à segurança alimentar e à inovação dos produtos alimentares, em busca de produtos mais saudáveis, nutritivos e funcionais», acrescentam os organizadores.

Destacamos alguns temas em debate:

- Modelos preditivos para os inimigos chave da couve-brócolo no âmbito do projeto Safebrócolo

- Amendoim Nacional - oportunidades e desafios

- NEC CropScope: Solução tecnológica para otimização da produção de Tomate-Indústria

- Novos Desafios na Proteção Fitossanitária

- AsfertGlobal: All-Grip - biofertilizante solubilizador de fósforo

Syngenta: Nova solução inseticida

- A Certificação Global G.A.P. em culturas agroindustriais

- Certificação nas agroindústrias: tendências e desafios

- A Segurança dos alimentos em Portugal

- As exigências dos mercados face aos consumidores

- O que está a mudar na mesa portuguesa?

- Pedir o produto pelo nome. uma marca que fica, um valor que soma

- Financiamento do investimento agroindustrial: situação atual e expectativas.

O Simpósio é organizado pela Sociedade de Ciências Agrárias de Portugal (SCAP), a Associação Portuguesa de Horticultura (APH) e as entidades associadas ao evento: FNOP (Federação Nacional das Organizações de Produtores de Frutos e Hortícolas) e COTHN (Centro Operativo e Tecnológico Hortofrutícola Nacional).

Informação retirada daqui

sexta-feira, 22 de dezembro de 2017

quinta-feira, 14 de dezembro de 2017