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quarta-feira, 6 de dezembro de 2017
segunda-feira, 4 de dezembro de 2017
sábado, 2 de dezembro de 2017
Notícia - Indústria da Pastelaria em destaque na TecnoAlimentar 13
Novas apostas, conceitos inovadores, preços acessíveis e novas tecnologias de suporte à confeção e produção dos produtos marcam, sem dúvida, a pastelaria nacional atualmente.
O setor da pastelaria, a par da panificação industrial, cresceu 2,4% em 2016. Relativamente ao comércio externo, as exportações atingiram 205 milhões de euros no ano passado, mais 9% do que no ano anterior, com Espanha a constituir o principal destino das vendas.
Resta saber que números teremos no final de 2017. A avaliar pelo crescimento sustentado, antecipa-se um ano de melhoria nas vendas e nas exportações. Neste dossier damos a conhecer os números mais recentes e alguns casos de empresas que são decisivas no setor e contribuem, em muito, para o crescimento nesta área.
José Francisco Silva, presidente da ACIP – Associação do Comércio e da Indústria de Panificação, Pastelaria e Similares, concede-nos uma entrevista onde é claro: «as pastelarias têm de ser espaços de alimentação superinteligente».
A listeriose é uma doença causada pelo consumo de alimentos contaminados por Listeria monocytogenes, bactéria à qual os indivíduos imunocomprometidos (crianças, grá- vidas, idosos e doentes crónicos entre outros) devem estar particularmente atentos. Saiba mais sobre esta doença num artigo sobre o tema.
“Cereais e Alimentos à base de cereais - a ASAE no controlo de matérias-primas e produto final”. Assim se intitula o habitual artigo da ASAE na edição 13 da TecnoAlimentar.
“O impacto do processamento culinário na qualidade organoléptica e nutricional do feijão”, o “interesse nutricional de variedades de pão com elevado teor em amido resistente” e a “produção do frio num supermercado” são outros artigos científicos e técnicos que pode contar nesta edição.
A Merlett assume-se como líder europeu no mercado das mangueiras de materiais plásticos, destinadas aos setores industriais técnicos, agricultura, indústria alimentar, construção, entre outros. Alberto Regatero Garcia, Diretor Geral da Merlett Ibérica, em entrevista, fala da marca, do seu posicionamento e do futuro, sempre com o cliente em primeiro lugar.
O mercado de produtos sem glúten é outro dos temas em destaque.
Estes e outros temas para ler na próxima edição n.º 13 da TecnoAlimentar.
Informação retirada daqui
quinta-feira, 30 de novembro de 2017
Notícia - “Portugal Sou Eu” promove-se na Tecfresh
O “Portugal Sou Eu” vai estar na TECFRESH - Feira Tecnológica para Frutas e Hortícolas, que acontece no CNEMA, em Santarém, entre os dias 16 e 18 novembro, um certame para os profissionais do setor agroalimentar.
A presença do “Portugal Sou Eu” no evento será marcada por momentos de degustação de produtos com o selo do programa e pela distribuição de merchandising informativo junto de agricultores, fruticultores e horticultores, entre outros profissionais do setor, para dar a conhecer o impacto que tem a adesão das empresas à iniciativa e sensibilizar o público visitante para o consumo de produtos com o selo “Portugal Sou Eu”.
Empresas Aderentes “Portugal Sou Eu” envolvidas nos momentos de degustação:
Bôfumeiro - Enchidos
Brejo da Gaia - Queijos
Casa Agrícola Paciência - SAG, Lda - Vinhos
Casa Cadaval Investimentos Agrícolas, S.A. - Vinhos
Danesti – Batata frita
Docereal – Sementes de girassol caramelizadas
Doces da Bina – Doces, compotas e biscoitos
Dom Iguarias – Enchidos diversos
Dona Bolacha – Bolacha americana
Erikae – Medronho e Licores
Ginja Mariquinhas – Licor de ginja
Gota – Azeite e mel
Gotik - Gin
Honey Perfect - Mel
Licor 35 – Licor de Pastel de Nata
Licor Beirão - Licor
Maria João Cortes - Compotas e Chutneys
Queijaria Portinho - Queijos
Real Gin - Gin
Santa Gula – Compotas e chutneys
Recorde-se que o programa “Portugal Sou Eu” foi lançado em dezembro de 2012, pelo Governo de Portugal, com o objetivo de mobilizar o país para o desígnio do crescimento económico pela via de um consumo informado de produtos e serviços com o Selo do programa.
O propósito da iniciativa é melhorar a competitividade das empresas portuguesas, promover o equilíbrio da balança comercial, combater o desemprego e contribuir para o crescimento sustentado da economia.
O programa valoriza, através da atribuição do Selo, os produtos e serviços que geram valor acrescentado em Portugal. Esse valor é calculado com base em critérios de incorporação nacional, marcas e patentes, impacto no emprego e valor acrescentado.
Até ao momento, aderiram ao Selo “Portugal Sou Eu” cerca de 1.700 empresas, que qualificaram mais de 5.400 produtos, representando no seu conjunto um volume de negócios agregado superior a 6,4 mil milhões de euros e mais de 12 mil postos de trabalho.
Cerca de 68% dos produtos aos quais foi atribuído o Selo “Portugal Sou Eu” pertencem aos setores da Alimentação, Bebidas, Agricultura e Pescas e 50% das Empresas Aderentes localizam-se nos distritos do Porto, Braga, Bragança, Vila Real, Viseu e Guarda.
Cerca de 85% dos produtos apresentam uma incorporação nacional superior a 70% e são identificados pelo consumidor através do Selo “Portugal Sou Eu”, colocado nas embalagens.
Informação retirada daqui
Divulgação - Pelosiro - Educação - Lista de Sites
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terça-feira, 28 de novembro de 2017
Notícia - Inovcluster promove produtos agroalimentares na Dinamarca
A InovCluster - Associação do Cluster Agroindustrial do Centro, organizou uma ação de promoção na Dinamarca que decorreu entre os dias 31 de outubro e 3 de novembro.
Esta ação possibilitou aferir a aceitação do público dinamarquês relativa aos produtos agroalimentares portugueses, bem como apresentar a oferta nacional junto de dois dos principais retalhistas do mercado.
Foram realizadas seis reuniões B2B com potenciais parceiros, que realçaram a imagem e qualidade dos vários apresentados.
Foi ainda organizada uma prova de degustação no “Mercado Torvehallerne”, onde foram promovidos vários produtos portugueses, como o presunto, azeite, azeitonas, conservas, queijos, licores, compotas, presunto, mel, cogumelos e os enchidos.
Após o termino da ação foram identificadas cerca de vinte oportunidades de negócio junto dos vários compradores dinamarqueses identificados.
A ação insere-se no âmbito do projeto AgriExport, uma iniciativa de promoção internacional e de capacitação das PME’s do setor agroindustrial, promovida pelo INOVCLUSTER e ANIMAFORUM.
Tem como objetivo promover o aumento das exportações e a visibilidade internacional de Portugal e é financiado pelo Portugal 2020, no âmbito do Programa Operacional Competitividade e Internacionalização, no montante de 795.554,25€, dos quais 676.221,12€ são provenientes do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional.
Informação retirada daqui
domingo, 26 de novembro de 2017
Notícia - Ostra do Sado em recuperação
A The Navigator Company e o Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF) promovem uma sessão de apresentação, seguida de uma degustação de ostras, do projeto CRASSOSADO - Caracterização da Ostra Portuguesa no Estuário do Sado, um estudo científico realizado ao abrigo da colaboração existente entre a Navigator e o ICNF, em parceria com diversas instituições especializadas nas áreas do mar e do ambiente.
Evento decorre a 23 de novembro (quinta-feira), às 16h00, no Edifício da Navigator, na Avenida Fontes Pereira de Melo, em Lisboa.
Perante os resultados das duas primeiras fases já concretizadas deste projecto, que visa o desenvolvimento de um sistema de monitorização da qualidade ambiental do estuário do Sado e das espécies a ele associadas, é possível concluir que os povoamentos de ostra portuguesa neste sistema têm vindo a recuperar a sua área de distribuição inicial.
Este estudo deu um especial destaque à determinação de ameaças e oportunidades para a exploração da ostra portuguesa e incluiu a realização de inquéritos aos ostricultores do estuário do Sado, com o intuito de permitir contribuir para conciliar a rentabilidade da atividade com a gestão sustentável deste importante recurso natural, de elevado potencial económico para a comunidade ribeirinha de Setúbal.
Informação retirada daqui
sexta-feira, 24 de novembro de 2017
Notícia - Londres: portugueses à conquista dos prémios Ecotrophelia
Um Salame do Mar é o projeto que a equipa da Escola Superior de Tecnologia e Gestão do Instituto Politécnico de Viana do Castelo (ESTG-IPVC) vai apresentar e defender na final europeia dos prémios Ecotrophelia que se realiza nos dias 21 e 22 de novembro em Londres.
salamar
Esta é a primeira vez que o IPVC participa neste concurso e, é, igualmente a primeira vez que Portugal se faz representar nesta competição.
Quando em setembro arrecadaram o primeiro lugar da competição em Portugal, as estudantes do curso de Ciência e Tecnologia Alimentar, deixaram para trás mais 10 projetos de diversas universidades e institutos politécnicos.
No pódio ficou uma outra equipa do IPVC que, com um creme de culinária, alcançou a terceira posição.
O projeto vencedor (Salamar) foi defendido pela equipa “As Vianenses” e apresentou ao júri um salame do mar, que segundo Sónia Faria, porta voz da equipa, «é uma alternativa saudável à charcutaria Portuguesa, constituído por peixe capturado nas águas frias do Atlântico e por legumes frescos».
Sónia Faria explica que se trata de um produto saudável e uma forma diferente das pessoas consumirem peixe. «O Salamar pode ser servido de diversas maneiras: fatiado, cubitado, em saladas… trata-se de uma refeição rápida e pronta a consumir. É um produto sem conservantes, com baixas calorias é rico em proteínas e contém a dita gordura saudável, o Omega 3 do peixe, neste caso da cavala. Usamos sobretudo produtos cuja sustentabilidade esteja garantida o que também era um dos requisitos deste concurso».
O Prémio Ecotrophelia Portugal 2017 é coorganizado pela PortugalFoods e pela Federação das Indústrias Portuguesas Agroalimentares (FIPA) e pretende premiar produtos alimentares eco-inovadores desenvolvidos por equipas de estudantes universitários que se revelem empreendedoras no setor agroalimentar.
Portugal junta-se aos restantes 15 países que já realizam esta competição de inovação alimentar, reunindo estudantes, professores, investigadores e profissionais do setor.
O próximo passo é a representação nacional em Londres, no Ecotrophelia Europa, a 21 e 22 de novembro, na Food Matters Live.
Informação retirada daqui
terça-feira, 21 de novembro de 2017
Notícia - Guia europeu de higiene na produção de queijo artesanal e produtos lácteos
Desde 2009, operadores da produção primária e fabricantes de queijos artesanais de vários países europeus trabalham juntos em áreas de interesse comum, como a regulamentação sanitária, a preservação dos conhecimentos tradicionais, o intercâmbio de experiências, as dificuldades para os pequenos laticínios e a necessidade de flexibilidade na aplicação dos regulamentos.
laticinios
Para esse efeito, em 2013, foi criada a associação FACEnetwork e, em 2015, o trabalho iniciado num projeto financiado pela Comissão Europeia para escrever um Guia de Boas Práticas de Higiene para operadores da produção primária e produtores de leite e laticínios.
Em dezembro de 2016, o guia foi aprovado pela Comissão Europeia e é, desde então, a referência para as explorações e produtores de queijos artesanais e lácteos e para as autoridades competentes em cada Estado-Membro.
Assim, no dia 22 de novembro de 2017 vai ocorrer em Bruxelas uma conferência para apresentação do Guia Europeu para Boas Práticas de Higiene na Produção de Queijo Artesanal e Produtos Lácteos.
A conferência terá início às nove da manhã e decorrerá durante todo o dia na sessão da Comissão da Agricultura e do Desenvolvimento Rural do Parlamento Europeu.
Durante esta conferência serão discutidos os princípios orientadores sobre os laticínios artesanais da Europa e sua implementação.
Fonte: Ruralbit
sábado, 28 de outubro de 2017
Notícia - Boas práticas de higiene e fabrico do Fumeiro de Montalegre
A 25 de outubro, no Pavilhão Multiusos de Montalegre, irá acontecer a 3.ª Ação de Capacitação, destinada a promover a cooperação e coopetição empresarial, no âmbito da execução do projeto “Fumeiro de Montalegre - Cooperar para competir e desenvolver”.
A sessão destina-se aos produtores de Fumeiro de Montalegre e prevê uma sessão promovida pela empresa Libel, com o tema “Boas práticas de higiene e fabrico do Fumeiro de Montalegre, respetiva rotulagem e rastreabilidade”, a decorrer entre as 9h00 e as 17h30, com pausa para almoço.
A participação é gratuita, mas sujeita a inscrição através do email fumeirobarroso@gmail.com ou do telefone 276 510 200 / 966 960 887.
A 3.ª Ação de Capacitação decorre de uma candidatura aprovada ao Sistema de Incentivos às Ações Coletivas do Norte 2020 e estará em curso até janeiro de 2019, em Montalegre.
O projeto é promovido pela Associação dos Produtores de Fumeiro da Terra Fria Barrosã, em parceria com a Câmara de Montalegre, tendo por objetivo aumentar a competitividade e valorização da fileira do fumeiro, estimular a cooperação entre os agentes e incrementar os níveis de inovação nos processos de produção e comercialização.
Informação retirada daqui
Notícia - Olivicultores do Alentejo esperam menos produção de azeitona e de azeite
Olivicultores da região do Alentejo, a maior produtora nacional de azeite, esperam este ano quebras na produção de azeitona, porque, apesar de os olivais estarem carregados, a seca antecipou a maturação do fruto.
«A azeitona ainda está em processo evolutivo, mas, no que toca ao estado geral do fruto, que é o que se vai repercutir na quantidade, a situação não está famosa, não vislumbramos grande produção no olival de sequeiro», considerou Luís Crisóstomo, gerente da Cooperativa Agrícola de Moura e Barrancos (CAMB).
Devido «à seca extrema» que afeta a margem esquerda do Guadiana, o responsável da cooperativa, com quatro mil associados, 1.200 dos quais olivicultores, disse à agência Lusa esperar, para este ano, uma «quebra significativa» de azeitona, nos cerca de 20 mil hectares de olival nos concelhos de Moura e Barrancos, no distrito de Beja.
«As oliveiras estão carregadíssimas, têm muita azeitona e os ramos até dobram, parecem choupos, de tão carregadas que estão. Mas, numa situação de seca, o que vai acontecer é que a azeitona vai cair para o chão, mesmo sem atingir o estado de maturação, e acaba por ser azeitona perdida», assinalou.
A campanha de apanha da azeitona na área abrangida pela CAMB deverá começar «muito em breve, ainda este mês», e, apesar de o ano agrícola, em termos sanitários, ter sido «bom», porque o tempo seco e quente «ajudou a controlar naturalmente as pragas», os técnicos «notam uma antecipação da maturação da azeitona, que já está a ganhar cor»
O panorama, devido à seca que afeta 81% do país e, em particular, o Alentejo, que produz cerca de 70 a 80% do azeite nacional, é semelhante no distrito de Évora, com a Cooperativa de Olivicultores de Borba a indicar, igualmente, que a azeitona vai cair ao chão.
«O olival até estava bem composto e perspetivava-se uma campanha boa e um pouco melhor do que a do ano anterior, mas, devido ao fator climático e às altas temperaturas, o olival está em decadência e a azeitona que está na árvore pode começar a cair», disse à Lusa Paulo Velhinho, diretor executivo da cooperativa.
Se chover nas próximas semanas, admitiu, «parte do olival pode ser recuperado» e «poderá salvar-se alguma azeitona que está em maturação», mas já é certo que o tempo quente afete «a produção e a qualidade da azeitona».
«A seca que está a decorrer poderá afetar os olivais nos próximos anos», projetou também o responsável da cooperativa olivícola, que é uma das maiores do Alentejo, com cerca de 600 associados,
No norte alentejano, José Casimiro Bezerra, presidente da Cooperativa Agrícola do Concelho de Portalegre (COOPOR), também assinalou à Lusa que «a azeitona amadureceu mal, cedo demais, por causa da seca», o que se vai traduzir na altura da colheita, no próximo mês, com «o aparecimento de mais podridões e mais mosca».
«Esta situação vai afetar produção, a qualidade e a quantidade», alertou. A cooperativa, por isso, vai ter «menos azeite», mas José Casimiro Bezerra disse desconhecer se esta situação poderá provocar o aumento do preço deste produto.
Informação retirada daqui
segunda-feira, 16 de outubro de 2017
Notícia - Fundão recebe encontro de trabalho da Associação da Rota Europeia do Queijo
O Fundão irá receber, nos dias 19 e 20 de outubro, o segundo encontro anual da AREQ - Associação da Rota Europeia do Queijo (European Cheese Route Association).
A AREQ é um projeto que reúne nove regiões europeias, todas elas ligadas ao queijo, cujo objetivo é potencializar a relação entre os sectores agroalimentares e turísticos dessas regiões, através dos recursos locais ligados à fileira do queijo.
Este encontro, no qual irão participar mais de 30 membros da associação, será realizado através de várias equipas de trabalho e apresentação de projetos que se encontram em fase de desenvolvimento.
A abertura deste encontro, com declarações à imprensa, irá realizar-se, na quinta-feira, dia 19 de outubro, às 9h00, na Praça do Município, em frente ao Casino Fundanense.
Informação retirada daqui
Notícia - Seca reduz produção de queijo Serra da Estrela para metade
Os cerca de 50 associados da Estrelacoop produzem, anualmente, mais de 50 toneladas de queijo Serra da Estrela. «Se assim continuarmos, não chegamos às 30».
queijo
O presidente da Estrelacoop - Cooperativa dos Produtores de Queijo Serra da Estrela, Júlio Ambrósio, diz que a seca deverá reduzir a produção de queijo em mais de 50% face ao ano anterior.
«Com isto que estamos a atravessar [período de seca], é muito provável que as quantidades de produção [de queijo] serão muito, muito, abaixo do ano anterior», vaticina Ambrósio, em declarações à agência Lusa.
O dirigente da Estrelacoop, entidade com sede em Celorico da Beira que representa os produtores certificados da região demarcada de produção do queijo Serra da Estrela. estima que a diferença na produção deste ano relativamente a 2016 deverá ser «muito elevadíssima».
«Se isto assim continuar, a quebra pode ir a mais de 50%», disse.
Os cerca de 50 associados da Estrelacoop produzem, anualmente, mais de 50 toneladas de queijo Serra da Estrela.
«Se assim continuarmos, não chegamos às 30» toneladas, refere Júlio Ambrósio, lembrando que só no ano passado a cooperativa vendeu 25 toneladas de queijo para um cliente nacional.
Segundo o responsável, a seca está a preocupar os produtores de queijo da região da Serra da Estrela, que se queixam de não terem alimento para os animais.
«Neste momento, há produtores que querem comprar comida para o gado, nomeadamente em Espanha», e não conseguem. E «alguma coisa que há à venda é muito cara», alerta.
Júlio Ambrósio conta que a água também escasseia e, «em muitos lados», os proprietários dos rebanhos «têm de percorrer muitos quilómetros para irem buscar a água [em cisternas] para alimentarem os animais».
A direcção da cooperativa está em contacto permanente com os produtores, mas o seu dirigente lamenta que a instituição ainda não tenha sido contactada pelo Ministério da Agricultura.
«Se nós temos o melhor produto do mundo - o queijo Serra da Estrela - e ninguém olha para nós, é de lamentar», desabafou o dirigente.
A Estrelacoop reclama a atribuição de subsídios públicos para as explorações pecuárias da região da Serra da Estrela ultrapassarem o atual problema criado pela seca.
«Com a idade que tenho, nunca me lembro de atravessar uma crise como a que estamos a atravessar com esta seca», rematou Júlio Ambrósio.
A região demarcada de produção do queijo Serra da Estrela abrange 18 municípios, como Guarda, Fornos de Algodres, Celorico da Beira, Gouveia, Manteigas, Seia, Trancoso, Oliveira do Hospital, Nelas, Penalva do Castelo, Mangualde e Covilhã.
A cooperativa Estrelacoop é a entidade gestora da Denominação de Origem Protegida (DOP) do queijo Serra da Estrela que só pode ser produzido com leite de ovelha das raças Serra da Estrela ou Churra Mondegueira.
Informação retirada daqui
segunda-feira, 9 de outubro de 2017
quinta-feira, 5 de outubro de 2017
Conteúdo - O vinho mais antigo de Portugal
O vinho Periquita é conhecido como o primeiro vinho tinto engarrafado em Portugal. Essa inovação traduz a sua originalidade e, o reflexo da Portugalidade surge da sua presença na mesa dos portugueses – de todos nós – desde 1850. À nossa, ao estilo de vida Português!
A história do Periquita remonta ao início da própria história da José Maria da Fonseca, quando o fundador da empresa, o Senhor José Maria da Fonseca comprou, por volta de 1846, a propriedade Cova da Periquita. Foi nessa propriedade, hoje em dia quase engolida pelo desenvolvimento urbano, que José Maria da Fonseca plantou as primeiras uvas da casta Castelão, que ele próprio havia trazido, muito provavelmente, da província do Ribatejo.
O vinho produzido na Cova da Periquita desde logo provou ser o melhor da região dando origem a que os outros proprietários pedissem a José Maria da Fonseca varas daquela casta para plantarem nas suas próprias propriedades. Desta forma, o vinho tornou-se conhecido em Azeitão como o vinho da Periquita, passando a ser comercializado pela José Maria da Fonseca como Periquita.
Embora não possa ser avançada com exactidão a data em que a primeira colheita foi produzida, é porém certo que o Periquita já estava a ser produzido em 1850, tendo a colheita de 1886 recebido a medalha de ouro na Exposição de Vinhos de Berlim em 1888.
José Maria da Fonseca registou a marca Periquita em 1941. Por este motivo, o Periquita é na actualidade a mais antiga marca Portuguesa de vinho de mesa comercializada tendo adquirido, ao longo do tempo, uma crescente popularidade em Portugal e uma considerável notoriedade em mercados tais como a Suécia, o Brasil, Reino Unido, Estados Unidos da América, Canadá, Dinamarca e Noruega.
Informação retirada daqui
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