sábado, 28 de outubro de 2017

Notícia - Boas práticas de higiene e fabrico do Fumeiro de Montalegre


A 25 de outubro, no Pavilhão Multiusos de Montalegre, irá acontecer a 3.ª Ação de Capacitação, destinada a promover a cooperação e coopetição empresarial, no âmbito da execução do projeto “Fumeiro de Montalegre - Cooperar para competir e desenvolver”.

A sessão destina-se aos produtores de Fumeiro de Montalegre e prevê uma sessão promovida pela empresa Libel, com o tema “Boas práticas de higiene e fabrico do Fumeiro de Montalegre, respetiva rotulagem e rastreabilidade”, a decorrer entre as 9h00 e as 17h30, com pausa para almoço.
A participação é gratuita, mas sujeita a inscrição através do email fumeirobarroso@gmail.com ou do telefone 276 510 200 / 966 960 887.

A 3.ª Ação de Capacitação decorre de uma candidatura aprovada ao Sistema de Incentivos às Ações Coletivas do Norte 2020 e estará em curso até janeiro de 2019, em Montalegre.
O projeto é promovido pela Associação dos Produtores de Fumeiro da Terra Fria Barrosã, em parceria com a Câmara de Montalegre, tendo por objetivo aumentar a competitividade e valorização da fileira do fumeiro, estimular a cooperação entre os agentes e incrementar os níveis de inovação nos processos de produção e comercialização.

Informação retirada daqui

Notícia - Olivicultores do Alentejo esperam menos produção de azeitona e de azeite


Olivicultores da região do Alentejo, a maior produtora nacional de azeite, esperam este ano quebras na produção de azeitona, porque, apesar de os olivais estarem carregados, a seca antecipou a maturação do fruto.

«A azeitona ainda está em processo evolutivo, mas, no que toca ao estado geral do fruto, que é o que se vai repercutir na quantidade, a situação não está famosa, não vislumbramos grande produção no olival de sequeiro», considerou Luís Crisóstomo, gerente da Cooperativa Agrícola de Moura e Barrancos (CAMB).

Devido «à seca extrema» que afeta a margem esquerda do Guadiana, o responsável da cooperativa, com quatro mil associados, 1.200 dos quais olivicultores, disse à agência Lusa esperar, para este ano, uma «quebra significativa» de azeitona, nos cerca de 20 mil hectares de olival nos concelhos de Moura e Barrancos, no distrito de Beja.

«As oliveiras estão carregadíssimas, têm muita azeitona e os ramos até dobram, parecem choupos, de tão carregadas que estão. Mas, numa situação de seca, o que vai acontecer é que a azeitona vai cair para o chão, mesmo sem atingir o estado de maturação, e acaba por ser azeitona perdida», assinalou.
A campanha de apanha da azeitona na área abrangida pela CAMB deverá começar «muito em breve, ainda este mês», e, apesar de o ano agrícola, em termos sanitários, ter sido «bom», porque o tempo seco e quente «ajudou a controlar naturalmente as pragas», os técnicos «notam uma antecipação da maturação da azeitona, que já está a ganhar cor»

O panorama, devido à seca que afeta 81% do país e, em particular, o Alentejo, que produz cerca de 70 a 80% do azeite nacional, é semelhante no distrito de Évora, com a Cooperativa de Olivicultores de Borba a indicar, igualmente, que a azeitona vai cair ao chão.

«O olival até estava bem composto e perspetivava-se uma campanha boa e um pouco melhor do que a do ano anterior, mas, devido ao fator climático e às altas temperaturas, o olival está em decadência e a azeitona que está na árvore pode começar a cair», disse à Lusa Paulo Velhinho, diretor executivo da cooperativa.

Se chover nas próximas semanas, admitiu, «parte do olival pode ser recuperado» e «poderá salvar-se alguma azeitona que está em maturação», mas já é certo que o tempo quente afete «a produção e a qualidade da azeitona».

«A seca que está a decorrer poderá afetar os olivais nos próximos anos», projetou também o responsável da cooperativa olivícola, que é uma das maiores do Alentejo, com cerca de 600 associados,

No norte alentejano, José Casimiro Bezerra, presidente da Cooperativa Agrícola do Concelho de Portalegre (COOPOR), também assinalou à Lusa que «a azeitona amadureceu mal, cedo demais, por causa da seca», o que se vai traduzir na altura da colheita, no próximo mês, com «o aparecimento de mais podridões e mais mosca».

«Esta situação vai afetar produção, a qualidade e a quantidade», alertou. A cooperativa, por isso, vai ter «menos azeite», mas José Casimiro Bezerra disse desconhecer se esta situação poderá provocar o aumento do preço deste produto. 

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segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Notícia - Fundão recebe encontro de trabalho da Associação da Rota Europeia do Queijo


O Fundão irá receber, nos dias 19 e 20 de outubro, o segundo encontro anual da AREQ - Associação da Rota Europeia do Queijo (European Cheese Route Association).
A AREQ é um projeto que reúne nove regiões europeias, todas elas ligadas ao queijo, cujo objetivo é potencializar a relação entre os sectores agroalimentares e turísticos dessas regiões, através dos recursos locais ligados à fileira do queijo.
Este encontro, no qual irão participar mais de 30 membros da associação, será realizado através de várias equipas de trabalho e apresentação de projetos que se encontram em fase de desenvolvimento.
A abertura deste encontro, com declarações à imprensa, irá realizar-se, na quinta-feira, dia 19 de outubro, às 9h00, na Praça do Município, em frente ao Casino Fundanense.  

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Notícia - Seca reduz produção de queijo Serra da Estrela para metade


Os cerca de 50 associados da Estrelacoop produzem, anualmente, mais de 50 toneladas de queijo Serra da Estrela. «Se assim continuarmos, não chegamos às 30».
queijo
O presidente da Estrelacoop - Cooperativa dos Produtores de Queijo Serra da Estrela, Júlio Ambrósio, diz que a seca deverá reduzir a produção de queijo em mais de 50% face ao ano anterior.
«Com isto que estamos a atravessar [período de seca], é muito provável que as quantidades de produção [de queijo] serão muito, muito, abaixo do ano anterior», vaticina Ambrósio, em declarações à agência Lusa.

O dirigente da Estrelacoop, entidade com sede em Celorico da Beira que representa os produtores certificados da região demarcada de produção do queijo Serra da Estrela. estima que a diferença na produção deste ano relativamente a 2016 deverá ser «muito elevadíssima».
«Se isto assim continuar, a quebra pode ir a mais de 50%», disse.
Os cerca de 50 associados da Estrelacoop produzem, anualmente, mais de 50 toneladas de queijo Serra da Estrela.
«Se assim continuarmos, não chegamos às 30» toneladas, refere Júlio Ambrósio, lembrando que só no ano passado a cooperativa vendeu 25 toneladas de queijo para um cliente nacional.

Segundo o responsável, a seca está a preocupar os produtores de queijo da região da Serra da Estrela, que se queixam de não terem alimento para os animais.
«Neste momento, há produtores que querem comprar comida para o gado, nomeadamente em Espanha», e não conseguem. E «alguma coisa que há à venda é muito cara», alerta.
Júlio Ambrósio conta que a água também escasseia e, «em muitos lados», os proprietários dos rebanhos «têm de percorrer muitos quilómetros para irem buscar a água [em cisternas] para alimentarem os animais».
A direcção da cooperativa está em contacto permanente com os produtores, mas o seu dirigente lamenta que a instituição ainda não tenha sido contactada pelo Ministério da Agricultura.
«Se nós temos o melhor produto do mundo - o queijo Serra da Estrela - e ninguém olha para nós, é de lamentar», desabafou o dirigente.

A Estrelacoop reclama a atribuição de subsídios públicos para as explorações pecuárias da região da Serra da Estrela ultrapassarem o atual problema criado pela seca.
«Com a idade que tenho, nunca me lembro de atravessar uma crise como a que estamos a atravessar com esta seca», rematou Júlio Ambrósio.
A região demarcada de produção do queijo Serra da Estrela abrange 18 municípios, como Guarda, Fornos de Algodres, Celorico da Beira, Gouveia, Manteigas, Seia, Trancoso, Oliveira do Hospital, Nelas, Penalva do Castelo, Mangualde e Covilhã.

A cooperativa Estrelacoop é a entidade gestora da Denominação de Origem Protegida (DOP) do queijo Serra da Estrela que só pode ser produzido com leite de ovelha das raças Serra da Estrela ou Churra Mondegueira.

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quinta-feira, 5 de outubro de 2017

Conteúdo - O vinho mais antigo de Portugal


O vinho Periquita é conhecido como o primeiro vinho tinto engarrafado em Portugal. Essa inovação traduz a sua originalidade e, o reflexo da Portugalidade surge da sua presença na mesa dos portugueses – de todos nós – desde 1850. À nossa, ao estilo de vida Português!

A história do Periquita remonta ao início da própria história da José Maria da Fonseca, quando o fundador da empresa, o Senhor José Maria da Fonseca comprou, por volta de 1846, a propriedade Cova da Periquita. Foi nessa propriedade, hoje em dia quase engolida pelo desenvolvimento urbano, que José Maria da Fonseca plantou as primeiras uvas da casta Castelão, que ele próprio havia trazido, muito provavelmente, da província do Ribatejo.


O vinho produzido na Cova da Periquita desde logo provou ser o melhor da região dando origem a que os outros proprietários pedissem a José Maria da Fonseca varas daquela casta para plantarem nas suas próprias propriedades. Desta forma, o vinho tornou-se conhecido em Azeitão como o vinho da Periquita, passando a ser comercializado pela José Maria da Fonseca como Periquita.

Embora não possa ser avançada com exactidão a data em que a primeira colheita foi produzida, é porém certo que o Periquita já estava a ser produzido em 1850, tendo a colheita de 1886 recebido a medalha de ouro na Exposição de Vinhos de Berlim em 1888.

José Maria da Fonseca registou a marca Periquita em 1941. Por este motivo, o Periquita é na actualidade a mais antiga marca Portuguesa de vinho de mesa comercializada tendo adquirido, ao longo do tempo, uma crescente popularidade em Portugal e uma considerável notoriedade em mercados tais como a Suécia, o Brasil, Reino Unido, Estados Unidos da América, Canadá, Dinamarca e Noruega.

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quarta-feira, 13 de setembro de 2017