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sábado, 20 de janeiro de 2018

Notícia - O medronheiro como cultura sustentável


1. Características da espécie e área potencial de cultivo
O medronheiro ou ervedeiro, espontâneo em Portugal, pertence à espécie Arbutus unedo L. da família Ericaceae e distribui-se pela Bacia do Mediterrâneo, em quase todo o território da Península Ibérica e na parte sudoeste e noroeste da Irlanda.

O medronheiro apresenta porte arbustivo ou arbóreo (até 12 m), com folhas persistentes que se renovam maioritariamente durante a primavera. Esta espécie tem a particularidade da floração e da frutificação coincidirem na época outono-invernal.

As flores, de cor branca ou rosada, produzidas em panículas terminais pendentes, são polinizadas por insetos, maioritariamente abelhas. Os frutos são bagas com 10-20 mm de diâmetro e iniciam a maturação a partir de outubro, evoluindo a sua coloração do verde ao amarelo colhendo-se quando estão vermelhos.

As plantas espontâneas encontram-se em encostas e vales, sombrios ou soalheiros, fazendo parte de matos xerofílicos, bosques perenifólios, acompanhando azinheiras e sobreiros.

A sua abundância no terreno indica-nos a sua preferência pelo tipo de solo e de clima. No entanto, parece ser que o clima exerça maior influência na sua distribuição, pois vegeta em vários tipos de solo, bem drenados, com valores de pH desde o ácido ao alcalino, mas é mais frequente em solos de origem siliciosa.

A principal característica da espécie no que se refere às condições climáticas é a sua grande resistência à secura do solo e da atmosfera e às temperaturas elevadas na época estival.

A temperatura média anual deve ser superior a 12,5 ºC, sem geadas fortes, nem ventos frios. A precipitação anual deve situar-se entre os 500 e 1400 mm. A sua capacidade de resistir às condições climáticas prevalecentes na época estival deve-se sobretudo, às características morfológicas foliares e à estrutura do aparelho fotossintético no sentido de conservar um adequado teor hídrico nos tecidos.

A plantação de medronheiros para produção de fruto deve ter em conta as características ecológicas, evitando solos e locais que à partida se sabe que vão ser desfavoráveis à produção.

2. A investigação e a experimentação feitas pelo INIAV
Em Portugal, até há poucos anos, os medronheiros eram plantas espontâneas, tratadas como plantas florestais, das quais se colhiam os frutos para obter aguardente (medronheira). Devido à dificuldade em recolher os frutos e ao elevado custo desta operação e na perspetiva de fomentar o consumo de medronho em fresco ou o desenvolvimento de novos produtos à base do fruto, iniciaram-se plantações ordenadas desta espécie.

Os investigadores do INIAV têm vindo a desenvolver ações de investigação e experimentação, em parceria com outras entidades e universidades, no sentido de difundir pelos produtores, conhecimentos e as melhores práticas a adotar na cultura do medronheiro.

Informação retirada daqui

Notícia - Vila de Rei debate Agricultura Biológica


A Pinhal Maior – Associação para o Desenvolvimento do Pinhal Interior Sul, em parceria com o Município de Vila de Rei e a equipa do CLDS 3G, organiza a 16 de fevereiro pelas 18h30, uma sessão de divulgação sobre a temática “Agricultura Biológica”.

A iniciativa, de entrada livre, vai ter lugar na Biblioteca Municipal José Cardoso Pires e pretende mostrar as vantagens de desta forma de produção agrícola onde não são utilizados fertilizantes químicos ou pesticidas de síntese.

Os produtos de agricultura biológica destacam-se por ter um melhor sabor e valor nutritivo, contribuindo igualmente para conservar e melhorar a fertilidade do solo e a biodiversidade global dos ecossistemas agrícolas. 

Informação retirada daqui

Notícia - UE: 300 mil pessoas abandonaram em 2016 o setor agrícola


O emprego no setor agrícola tem vindo a descer apesar do aumento em geral, de acordo com os indicadores de contexto da Política Agrícola Comum para 2014-2020, que a Comissão Europeia publicou com os últimos dados disponíveis de 2016.

A economia europeia está a recuperar da crise de 2008 e o emprego global aumentou gradualmente até 66,6% em 2016, comparando com os 65,6% em 2015.

As tendências são semelhantes em todo o tipo de áreas, incluindo as rurais, urbanas, suburbanas e cidades.

Assim, o emprego na agricultura diminuiu ligeiramente em 2016 com um total de 8,9 milhões de pessoas empregadas nesse setor em comparação com 9,2 milhões em 2015.

Este setor representa 3,9% do emprego total em 2016, contra do 4,2% em 2015.

Dos 28 estados-membros, a Roménia, Grécia e Polónia têm a maior proporção de trabalhadores agrícolas do total de emprego com, respetivamente, 22,5; 11,9 e 10% em 2016.

Ao mesmo tempo, o rendimento agrícola começou a reduzir ligeiramente depois de recuperar da crise e alcançar um novo máximo em 2013.

Em termos de rendimento agrícola, ou seja, remuneração de todos os fatores de produção, nomeadamente, terra, capital e trabalho, tendo como o valor da produção menos os custos variáveis, a depreciação e os impostos sobre a produção, mais os subsídios à produção, os rendimentos foram de 144,709 milhões de euros em 2016, um ligeiro aumento em comparação com 2015, mas menos seis por cento que em 2013.

Informação retirada daqui

Notícia - A groselha


A Bagas de Portugal C.R.L. é uma cooperativa de produtores de pequenos frutos. Fundada em janeiro de 2016, tem a sua sede em Sever do Vouga, muito embora os seus cooperadores sejam oriundos de todo o Portugal continental. Esta cooperativa pauta a sua ação pela intervenção em todas as fases de produção, do planeamento à comercialização/ transformação.

Só neste pressuposto é possível dar a conhecer uma opinião produtor/ comercializador, na qual se abordam os dois lados que comunicam frequentemente com um só objetivo: produzir fruta de qualidade.

As plantas de groselha atingem entre 1 e 2 m de altura, podem produzir 3-4 kg por planta, mas só uma parte dessa produção é considerada apta para a comercialização em fresco.

Da experiência com os nossos produtores de groselha, verificamos que esse valor pode chegar aos 50%. A colocação de redes de proteção anti-pássaros também contribui para baixar a temperatura no pomar. Sabemos que temperaturas superiores a 30° danificam as folhas e, consequentemente prejudicam a produção, tanto em qualidade como em quantidade.

A comercialização assenta na qualidade e quantidade da fruta produzida e na estratégia de mercado. Antes de mais, é preciso produzir cachos de groselha com mais bagos, de melhor calibre e o mais cedo possível. É ainda essencial articular o transporte do campo até à prateleira do supermercado, para que se consiga manter a qualidade produzida em campo.

Como não produzimos quantidades muito elevadas de fruta e pretendemos a comercialização no exterior, temos de escolher os mercados preferenciais e quais os nossos parceiros.

Temos, também, de diferenciar a nossa fruta através da sua precocidade, da produção com cobertura e a produção em método biológico, garantindo melhor preço unitário e mais garantia de escoamento.

Formação dos produtores para que consigam o aumento do calibre através de métodos culturais: poda e fertilização adequada. É também importante combater pragas como os pássaros pois retiram alguns bagos do cacho, prejudicando o produto final.

Cobertura dos pomares que antecipa as datas de produção e combate fenómenos meteorológicos como o excesso de água e granizo, entre outros. Higiene dos pomares. Controlar os hospedeiros para determinadas doenças através da plantação, tal como na vinha, de roseiras que antecipam os sintomas do aparecimento de determinadas doenças, o que nos permite um combate preventivo mais eficaz.

Método de produção biológico. É mais exigente na qualificação dos produtores e tem uma menor produção por planta, mas permite maior retorno económico desde que haja um bom planeamento do pomar, da poda e operações culturais, o que permitirá melhorar a sanidade do pomar e aumentar o calibre e o grau Brix.

Informação retirada daqui

Notícia - Saúde no século XXI: uma revolução na alimentação impõe-se


O homem atual é, em termos genéticos (99,9%), praticamente idêntico ao homem primitivo (caçador e recoletor) e, como tal, a sua fisiologia, nomeadamente o seu metabolismo, é a mesma.

O homem primitivo, caçador e recolector de alimentos, alimentava-se, como omnívoro, de produtos animais (carne de caça, pescado, ovos) e de produtos vegetais (folhas, raízes, frutas da estação). Há cerca de dez mil anos, quando começou a dedicar-se à agricultura (revolução agrária), com o “cultivo de plantas e domesticação de animais”, iniciou o consumo de novos alimentos, como cereais, leguminosas e leite de outras espécies animais, possivelmente desconhecidos ou raramente consumidos até então.

Tratou-se possivelmente da primeira grande revolução alimentar: dieta agrária. Os cereais e as leguminosas passaram a ser alimentos básicos e, mesmo presentemente, para a maioria dos médicos e nutricionistas, são considerados alimentos de elevado valor nutricional, nomeadamente quando completos/integrais (boa fonte de energia, proteína, fibra, vitaminas minerais, fitoquímicos) ao contrário da opinião dos investigadores da relativamente recente escola da dieta paleolítica, que defendem que os alimentos a consumir deverão estar de acordo com as características programadas no genoma (ADN) de origem do homem primitivo.

Assim, talvez, não será por pura coincidência que atualmente muito mais pessoas do que se pensa são “sensíveis” ao “glúten” (tipo de proteína resultante da associação de duas outras proteínas (gliadina e glutenina) presente nos cereais (trigo, aveia, cevada…) e dai possivelmente a justificação da presença nos rótulos das embalagens de certos produtos alimentares da designação “ausência de glúten” para pessoas com doença celíaca (doença alérgica traduzida por uma má absorção de nutrientes por lesão ao nível do intestino delgado, com todas as suas consequências).

Há cientistas que acreditam que o glúten dos cereais afeta a saúde das pessoas, mesmo sem sintomas típicos da doença celíaca. Uma segunda família de proteínas dos cereais e leguminosas, as lectinas, podem também afetar negativamente os intestinos, lesando as vilosidades intestinais, interferindo na reabsorção de nutrientes (anti-nutrientes). A possível participação na artrite reumatóide e em certas doenças auto imunes torna ainda mais complexa a problemática do consumo dos cereais e leguminosas que são genericamente aceites como alimentos de excelência, nomeadamente o cereal trigo quando integral. Uma outra substância que está presente em quantidades elevadas nos cereais e leguminosas é o ácido fítico que “adere” aos minerais, cálcio, ferro, zinco e magnésio presentes nas sementes, tornando-os não absorvíveis…

Como se depreende, a matéria é altamente complexa e discutível, mas o facto é que existe…

No campo do leite, o problema não será muito diferente. O leite materno é o melhor e único alimento completo para bebés nos primeiros meses de vida e o não aproveitamento desse dom da natureza paga-se caro.

A frequência com que a amamentação é mínima (escassos dias) devido aos mais variados motivos, destacando-se a má informação, é de lamentar.

O marketing feito nos últimos anos à volta do leite como alimento de excelência para a prevenção da osteoporose (doença associada à falta de cálcio nos ossos predispondo a fraturas) é lastimável.

Acontece que o homem é o único mamífero que consome leite depois de desmamado e, nos animais como a vaca, o hipopótamo, o elefante, enfim, todos mamíferos, mas herbívoros, os ossos suportam centenas e milhares de quilos.

Curiosamente, países com maior ingestão de cálcio de origem láctea tendem a ter mais, não menos, fraturas da anca (E.U.A, Nova Zelândia, Suécia…) e mais comentários poderiam ser feitos sobre a matéria. A intolerância à lactose do leite é um problema que afeta cerca de 70 a 75% da população mundial, principalmente a de origem asiática e africana, que é incapaz de digerir o leite por carência do enzima digestivo láctase, que, fisiologicamente, após o desmame ou pouco depois, deixa de ser fabricado pelo organismo.

O facto de o leite e os laticínios serem produtos agradáveis e aceites como um bom alimento para muitas pessoas é uma coisa, mas afirmar que o seu consumo deverá ser incrementado como preventivo da osteoporose já é outra.

A produção de leite de vaca é, nas últimas décadas, uma atividade empresarial da agricultura, assente basicamente no modelo de produção intensivo-industrial e, como tal, está inserida numa economia de mercado.

O leite que se bebe é uma mistura de largos milhares de litros de explorações diversas e sabe-se que a presença de anti-infeciosos (antibióticos para tratamento de infeções das glândulas mamárias) é frequente, para não se falar da hormona de crescimento utilizada como estimulante de uma maior produção, como se depreende da leitura nas embalagens de certas marcas no E.U.A. (este leite não contém hormona de crescimento).

No campo das carnes o problema também é complexo. A carne de outrora era basicamente proveniente de animais de pastoreio, pouco gorda, equilibrada em ácidos gordos polinsaturados ómega 6 e 3, oriunda dos pastos e com ausência de substâncias tóxicas de origem ambiental.

Nas décadas recentes, a integração das empresas agrícolas na economia de mercado “obrigou” a que a produção de carnes, por exemplo a de bovino, seja feita pelo modo de produção intensivo, em que uma boa parte da engorda é na maioria das vezes feita contra natura, isto é: os animais estão confinados e alimentados frequentemente com rações à base do cereal milho e subprodutos da industrialização (bagaços de soja…), alimentos não consumidos pelos seus homólogos “selvagens” e cada vez mais de origem transgénica e sob a influência de hormonas anabolizantes - sintéticas ou não - antibióticos, etc.

Como consequência, o teor em gordura saturada das carnes da produção animal intensiva é muito superior ao das carnes de animais de pastoreio contendo uma percentagem muito mais elevada de ácidos gordos ómega 6 em relação aos ómega 3, com destaque para o ácido araquidónico (ácido gordo ómega 6 fabricado no organismo animal a partir de ómega 6 alimentar) e a muito provável presença de hormonas anabolizantes e anti-infeciosos.

O ácido alfa-linolénico, (molécula” mãe” da família dos ácidos gordos ómega 3, presente nas folhas verdes, nas nozes, na pera abacate, nos peixes gordos) e o ácido linoleico, (molécula ”mãe” da família dos ácidos gordos ómega 6, presentes no pasto, milho, soja, amendoim e respetivos óleos), são ácidos gordos essenciais (o organismo não é capaz de os fabricar) em que uma das suas funções é a de constituírem respetivamente as matérias primas de construção de substâncias anti-inflamatórias e pró-inflamatórias do organismo.

Informação retirada daqui

quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

Notícia - Azeite do Alentejo à prova na Semana Verde de Berlim


O Azeite do Alentejo vai dar a conhecer-se aos consumidores alemães, entre 19 e 28 de janeiro, na Semana Verde de Berlim, uma das mais importantes feiras internacionais dedicadas à alimentação e agricultura, que se realiza há 83 anos na capital alemã.

O evento junta mais de 1600 empresas e organizações, que se prepararam para mostrar mais de 100 mil produtos alimentares de todo o mundo.

Esta é a primeira vez que o CEPAAL – Centro de Estudos e Promoção do Azeite do Alentejo – marca presença na Semana Verde de Berlim.

Estará no Hall 7.2c, stand nº 109, integrado no stand coletivo da InovCluster – Associação do Cluster Agroindustrial do Centro.

Esta ação de promoção na Semana Verde é organizada no âmbito do projeto de “Promoção do Azeite do Alentejo nos Mercados Externos”, com o qual o CEPAAL pretende reforçar a sua estratégia de promoção externa e dar a conhecer o Azeite do Alentejo e as empresas produtoras a novos mercados.

O objetivo é contribuir para o aumento das exportações, dar visibilidade coletiva a este produto, dinamizar a economia da região e conferir maior competitividade ao setor.

O projeto “Promoção do Azeite do Alentejo nos Mercados Externos” é cofinanciado pelo Alentejo 2020, no âmbito do Programa Operacional Regional do Alentejo. O investimento total é de 320.682 euros, dos quais 256.546 euros são provenientes do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER).

Informação retirada daqui

segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

Notícia - Santarém: Culturas Agroindustriais em debate


Este evento, de âmbito nacional, «irá constituir um amplo fórum de debate e de troca de experiências, com todos os agentes da fileira agroindustrial, e possibilitará um forte estímulo ao desenvolvimento da agricultura do nosso País», salienta a organização.

Os temas a abordar no evento «inserem-se numa época em que, para além da forte competitividade dos mercados e da desvalorização dos produtos agrícolas, são também ordem do dia as questões ligadas à segurança alimentar e à inovação dos produtos alimentares, em busca de produtos mais saudáveis, nutritivos e funcionais», acrescentam os organizadores.

Destacamos alguns temas em debate:

- Modelos preditivos para os inimigos chave da couve-brócolo no âmbito do projeto Safebrócolo

- Amendoim Nacional - oportunidades e desafios

- NEC CropScope: Solução tecnológica para otimização da produção de Tomate-Indústria

- Novos Desafios na Proteção Fitossanitária

- AsfertGlobal: All-Grip - biofertilizante solubilizador de fósforo

Syngenta: Nova solução inseticida

- A Certificação Global G.A.P. em culturas agroindustriais

- Certificação nas agroindústrias: tendências e desafios

- A Segurança dos alimentos em Portugal

- As exigências dos mercados face aos consumidores

- O que está a mudar na mesa portuguesa?

- Pedir o produto pelo nome. uma marca que fica, um valor que soma

- Financiamento do investimento agroindustrial: situação atual e expectativas.

O Simpósio é organizado pela Sociedade de Ciências Agrárias de Portugal (SCAP), a Associação Portuguesa de Horticultura (APH) e as entidades associadas ao evento: FNOP (Federação Nacional das Organizações de Produtores de Frutos e Hortícolas) e COTHN (Centro Operativo e Tecnológico Hortofrutícola Nacional).

Informação retirada daqui

sábado, 2 de dezembro de 2017

Notícia - Indústria da Pastelaria em destaque na TecnoAlimentar 13


Novas apostas, conceitos inovadores, preços acessíveis e novas tecnologias de suporte à confeção e produção dos produtos marcam, sem dúvida, a pastelaria nacional atualmente.
O setor da pastelaria, a par da panificação industrial, cresceu 2,4% em 2016. Relativamente ao comércio externo, as exportações atingiram 205 milhões de euros no ano passado, mais 9% do que no ano anterior, com Espanha a constituir o principal destino das vendas.
Resta saber que números teremos no final de 2017. A avaliar pelo crescimento sustentado, antecipa-se um ano de melhoria nas vendas e nas exportações. Neste dossier damos a conhecer os números mais recentes e alguns casos de empresas que são decisivas no setor e contribuem, em muito, para o crescimento nesta área.
José Francisco Silva, presidente da ACIP – Associação do Comércio e da Indústria de Panificação, Pastelaria e Similares, concede-nos uma entrevista onde é claro: «as pastelarias têm de ser espaços de alimentação superinteligente».
A listeriose é uma doença causada pelo consumo de alimentos contaminados por Listeria monocytogenes, bactéria à qual os indivíduos imunocomprometidos (crianças, grá- vidas, idosos e doentes crónicos entre outros) devem estar particularmente atentos. Saiba mais sobre esta doença num artigo sobre o tema.
“Cereais e Alimentos à base de cereais - a ASAE no controlo de matérias-primas e produto final”. Assim se intitula o habitual artigo da ASAE na edição 13 da TecnoAlimentar.
“O impacto do processamento culinário na qualidade organoléptica e nutricional do feijão”, o “interesse nutricional de variedades de pão com elevado teor em amido resistente” e a “produção do frio num supermercado” são outros artigos científicos e técnicos que pode contar nesta edição.
A Merlett assume-se como líder europeu no mercado das mangueiras de materiais plásticos, destinadas aos setores industriais técnicos, agricultura, indústria alimentar, construção, entre outros. Alberto Regatero Garcia, Diretor Geral da Merlett Ibérica, em entrevista, fala da marca, do seu posicionamento e do futuro, sempre com o cliente em primeiro lugar.
O mercado de produtos sem glúten é outro dos temas em destaque.
Estes e outros temas para ler na próxima edição n.º 13 da TecnoAlimentar.

Informação retirada daqui

quinta-feira, 30 de novembro de 2017

Notícia - “Portugal Sou Eu” promove-se na Tecfresh


O “Portugal Sou Eu” vai estar na TECFRESH - Feira Tecnológica para Frutas e Hortícolas, que acontece no CNEMA, em Santarém, entre os dias 16 e 18 novembro, um certame para os profissionais do setor agroalimentar.

A presença do “Portugal Sou Eu” no evento será marcada por momentos de degustação de produtos com o selo do programa e pela distribuição de merchandising informativo junto de agricultores, fruticultores e horticultores, entre outros profissionais do setor, para dar a conhecer o impacto que tem a adesão das empresas à iniciativa e sensibilizar o público visitante para o consumo de produtos com o selo “Portugal Sou Eu”.

Empresas Aderentes “Portugal Sou Eu” envolvidas nos momentos de degustação:
Bôfumeiro - Enchidos
Brejo da Gaia - Queijos
Casa Agrícola Paciência - SAG, Lda - Vinhos
Casa Cadaval Investimentos Agrícolas, S.A. - Vinhos
Danesti – Batata frita
Docereal – Sementes de girassol caramelizadas
Doces da Bina – Doces, compotas e biscoitos
Dom Iguarias – Enchidos diversos
Dona Bolacha – Bolacha americana
Erikae – Medronho e Licores
Ginja Mariquinhas – Licor de ginja
Gota – Azeite e mel
Gotik - Gin
Honey Perfect - Mel
Licor 35 – Licor de Pastel de Nata
Licor Beirão - Licor
Maria João Cortes - Compotas e Chutneys
Queijaria Portinho - Queijos
Real Gin - Gin
Santa Gula – Compotas e chutneys

Recorde-se que o programa “Portugal Sou Eu” foi lançado em dezembro de 2012, pelo Governo de Portugal, com o objetivo de mobilizar o país para o desígnio do crescimento económico pela via de um consumo informado de produtos e serviços com o Selo do programa.
O propósito da iniciativa é melhorar a competitividade das empresas portuguesas, promover o equilíbrio da balança comercial, combater o desemprego e contribuir para o crescimento sustentado da economia.
O programa valoriza, através da atribuição do Selo, os produtos e serviços que geram valor acrescentado em Portugal. Esse valor é calculado com base em critérios de incorporação nacional, marcas e patentes, impacto no emprego e valor acrescentado.
Até ao momento, aderiram ao Selo “Portugal Sou Eu” cerca de 1.700 empresas, que qualificaram mais de 5.400 produtos, representando no seu conjunto um volume de negócios agregado superior a 6,4 mil milhões de euros e mais de 12 mil postos de trabalho.
Cerca de 68% dos produtos aos quais foi atribuído o Selo “Portugal Sou Eu” pertencem aos setores da Alimentação, Bebidas, Agricultura e Pescas e 50% das Empresas Aderentes localizam-se nos distritos do Porto, Braga, Bragança, Vila Real, Viseu e Guarda.
Cerca de 85% dos produtos apresentam uma incorporação nacional superior a 70% e são identificados pelo consumidor através do Selo “Portugal Sou Eu”, colocado nas embalagens.

Informação retirada daqui

terça-feira, 28 de novembro de 2017

Notícia - Inovcluster promove produtos agroalimentares na Dinamarca


A InovCluster - Associação do Cluster Agroindustrial do Centro, organizou uma ação de promoção na Dinamarca que decorreu entre os dias 31 de outubro e 3 de novembro.

Esta ação possibilitou aferir a aceitação do público dinamarquês relativa aos produtos agroalimentares portugueses, bem como apresentar a oferta nacional junto de dois dos principais retalhistas do mercado.

Foram realizadas seis reuniões B2B com potenciais parceiros, que realçaram a imagem e qualidade dos vários apresentados.

Foi ainda organizada uma prova de degustação no “Mercado Torvehallerne”, onde foram promovidos vários produtos portugueses, como o presunto, azeite, azeitonas, conservas, queijos, licores, compotas, presunto, mel, cogumelos e os enchidos.

Após o termino da ação foram identificadas cerca de vinte oportunidades de negócio junto dos vários compradores dinamarqueses identificados.

A ação insere-se no âmbito do projeto AgriExport, uma iniciativa de promoção internacional e de capacitação das PME’s do setor agroindustrial, promovida pelo INOVCLUSTER e ANIMAFORUM.
Tem como objetivo promover o aumento das exportações e a visibilidade internacional de Portugal e é financiado pelo Portugal 2020, no âmbito do Programa Operacional Competitividade e Internacionalização, no montante de 795.554,25€, dos quais 676.221,12€ são provenientes do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional.

Informação retirada daqui

domingo, 26 de novembro de 2017

Notícia - Ostra do Sado em recuperação


A The Navigator Company e o Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF) promovem uma sessão de apresentação, seguida de uma degustação de ostras, do projeto CRASSOSADO - Caracterização da Ostra Portuguesa no Estuário do Sado, um estudo científico realizado ao abrigo da colaboração existente entre a Navigator e o ICNF, em parceria com diversas instituições especializadas nas áreas do mar e do ambiente.
Evento decorre a 23 de novembro (quinta-feira), às 16h00, no Edifício da Navigator, na Avenida Fontes Pereira de Melo, em Lisboa.
Perante os resultados das duas primeiras fases já concretizadas deste projecto, que visa o desenvolvimento de um sistema de monitorização da qualidade ambiental do estuário do Sado e das espécies a ele associadas, é possível concluir que os povoamentos de ostra portuguesa neste sistema têm vindo a recuperar a sua área de distribuição inicial.
Este estudo deu um especial destaque à determinação de ameaças e oportunidades para a exploração da ostra portuguesa e incluiu a realização de inquéritos aos ostricultores do estuário do Sado, com o intuito de permitir contribuir para conciliar a rentabilidade da atividade com a gestão sustentável deste importante recurso natural, de elevado potencial económico para a comunidade ribeirinha de Setúbal.

Informação retirada daqui

sexta-feira, 24 de novembro de 2017

Notícia - Londres: portugueses à conquista dos prémios Ecotrophelia


Um Salame do Mar é o projeto que a equipa da Escola Superior de Tecnologia e Gestão do Instituto Politécnico de Viana do Castelo (ESTG-IPVC) vai apresentar e defender na final europeia dos prémios Ecotrophelia que se realiza nos dias 21 e 22 de novembro em Londres.
salamar
Esta é a primeira vez que o IPVC participa neste concurso e, é, igualmente a primeira vez que Portugal se faz representar nesta competição.
Quando em setembro arrecadaram o primeiro lugar da competição em Portugal, as estudantes do curso de Ciência e Tecnologia Alimentar, deixaram para trás mais 10 projetos de diversas universidades e institutos politécnicos.
No pódio ficou uma outra equipa do IPVC que, com um creme de culinária, alcançou a terceira posição.
O projeto vencedor (Salamar) foi defendido pela equipa “As Vianenses” e apresentou ao júri um salame do mar, que segundo Sónia Faria, porta voz da equipa, «é uma alternativa saudável à charcutaria Portuguesa, constituído por peixe capturado nas águas frias do Atlântico e por legumes frescos».
Sónia Faria explica que se trata de um produto saudável e uma forma diferente das pessoas consumirem peixe. «O Salamar pode ser servido de diversas maneiras: fatiado, cubitado, em saladas… trata-se de uma refeição rápida e pronta a consumir. É um produto sem conservantes, com baixas calorias é rico em proteínas e contém a dita gordura saudável, o Omega 3 do peixe, neste caso da cavala. Usamos sobretudo produtos cuja sustentabilidade esteja garantida o que também era um dos requisitos deste concurso».
O Prémio Ecotrophelia Portugal 2017 é coorganizado pela PortugalFoods e pela Federação das Indústrias Portuguesas Agroalimentares (FIPA) e pretende premiar produtos alimentares eco-inovadores desenvolvidos por equipas de estudantes universitários que se revelem empreendedoras no setor agroalimentar.
Portugal junta-se aos restantes 15 países que já realizam esta competição de inovação alimentar, reunindo estudantes, professores, investigadores e profissionais do setor.
O próximo passo é a representação nacional em Londres, no Ecotrophelia Europa, a 21 e 22 de novembro, na Food Matters Live. 

Informação retirada daqui

terça-feira, 21 de novembro de 2017

Notícia - Guia europeu de higiene na produção de queijo artesanal e produtos lácteos


Desde 2009, operadores da produção primária e fabricantes de queijos artesanais de vários países europeus trabalham juntos em áreas de interesse comum, como a regulamentação sanitária, a preservação dos conhecimentos tradicionais, o intercâmbio de experiências, as dificuldades para os pequenos laticínios e a necessidade de flexibilidade na aplicação dos regulamentos.
laticinios
Para esse efeito, em 2013, foi criada a associação FACEnetwork e, em 2015, o trabalho iniciado num projeto financiado pela Comissão Europeia para escrever um Guia de Boas Práticas de Higiene para operadores da produção primária e produtores de leite e laticínios.
Em dezembro de 2016, o guia foi aprovado pela Comissão Europeia e é, desde então, a referência para as explorações e produtores de queijos artesanais e lácteos e para as autoridades competentes em cada Estado-Membro.
Assim, no dia 22 de novembro de 2017 vai ocorrer em Bruxelas uma conferência para apresentação do Guia Europeu para Boas Práticas de Higiene na Produção de Queijo Artesanal e Produtos Lácteos.
A conferência terá início às nove da manhã e decorrerá durante todo o dia na sessão da Comissão da Agricultura e do Desenvolvimento Rural do Parlamento Europeu.
Durante esta conferência serão discutidos os princípios orientadores sobre os laticínios artesanais da Europa e sua implementação.

Fonte: Ruralbit 

sábado, 28 de outubro de 2017

Notícia - Boas práticas de higiene e fabrico do Fumeiro de Montalegre


A 25 de outubro, no Pavilhão Multiusos de Montalegre, irá acontecer a 3.ª Ação de Capacitação, destinada a promover a cooperação e coopetição empresarial, no âmbito da execução do projeto “Fumeiro de Montalegre - Cooperar para competir e desenvolver”.

A sessão destina-se aos produtores de Fumeiro de Montalegre e prevê uma sessão promovida pela empresa Libel, com o tema “Boas práticas de higiene e fabrico do Fumeiro de Montalegre, respetiva rotulagem e rastreabilidade”, a decorrer entre as 9h00 e as 17h30, com pausa para almoço.
A participação é gratuita, mas sujeita a inscrição através do email fumeirobarroso@gmail.com ou do telefone 276 510 200 / 966 960 887.

A 3.ª Ação de Capacitação decorre de uma candidatura aprovada ao Sistema de Incentivos às Ações Coletivas do Norte 2020 e estará em curso até janeiro de 2019, em Montalegre.
O projeto é promovido pela Associação dos Produtores de Fumeiro da Terra Fria Barrosã, em parceria com a Câmara de Montalegre, tendo por objetivo aumentar a competitividade e valorização da fileira do fumeiro, estimular a cooperação entre os agentes e incrementar os níveis de inovação nos processos de produção e comercialização.

Informação retirada daqui

Notícia - Olivicultores do Alentejo esperam menos produção de azeitona e de azeite


Olivicultores da região do Alentejo, a maior produtora nacional de azeite, esperam este ano quebras na produção de azeitona, porque, apesar de os olivais estarem carregados, a seca antecipou a maturação do fruto.

«A azeitona ainda está em processo evolutivo, mas, no que toca ao estado geral do fruto, que é o que se vai repercutir na quantidade, a situação não está famosa, não vislumbramos grande produção no olival de sequeiro», considerou Luís Crisóstomo, gerente da Cooperativa Agrícola de Moura e Barrancos (CAMB).

Devido «à seca extrema» que afeta a margem esquerda do Guadiana, o responsável da cooperativa, com quatro mil associados, 1.200 dos quais olivicultores, disse à agência Lusa esperar, para este ano, uma «quebra significativa» de azeitona, nos cerca de 20 mil hectares de olival nos concelhos de Moura e Barrancos, no distrito de Beja.

«As oliveiras estão carregadíssimas, têm muita azeitona e os ramos até dobram, parecem choupos, de tão carregadas que estão. Mas, numa situação de seca, o que vai acontecer é que a azeitona vai cair para o chão, mesmo sem atingir o estado de maturação, e acaba por ser azeitona perdida», assinalou.
A campanha de apanha da azeitona na área abrangida pela CAMB deverá começar «muito em breve, ainda este mês», e, apesar de o ano agrícola, em termos sanitários, ter sido «bom», porque o tempo seco e quente «ajudou a controlar naturalmente as pragas», os técnicos «notam uma antecipação da maturação da azeitona, que já está a ganhar cor»

O panorama, devido à seca que afeta 81% do país e, em particular, o Alentejo, que produz cerca de 70 a 80% do azeite nacional, é semelhante no distrito de Évora, com a Cooperativa de Olivicultores de Borba a indicar, igualmente, que a azeitona vai cair ao chão.

«O olival até estava bem composto e perspetivava-se uma campanha boa e um pouco melhor do que a do ano anterior, mas, devido ao fator climático e às altas temperaturas, o olival está em decadência e a azeitona que está na árvore pode começar a cair», disse à Lusa Paulo Velhinho, diretor executivo da cooperativa.

Se chover nas próximas semanas, admitiu, «parte do olival pode ser recuperado» e «poderá salvar-se alguma azeitona que está em maturação», mas já é certo que o tempo quente afete «a produção e a qualidade da azeitona».

«A seca que está a decorrer poderá afetar os olivais nos próximos anos», projetou também o responsável da cooperativa olivícola, que é uma das maiores do Alentejo, com cerca de 600 associados,

No norte alentejano, José Casimiro Bezerra, presidente da Cooperativa Agrícola do Concelho de Portalegre (COOPOR), também assinalou à Lusa que «a azeitona amadureceu mal, cedo demais, por causa da seca», o que se vai traduzir na altura da colheita, no próximo mês, com «o aparecimento de mais podridões e mais mosca».

«Esta situação vai afetar produção, a qualidade e a quantidade», alertou. A cooperativa, por isso, vai ter «menos azeite», mas José Casimiro Bezerra disse desconhecer se esta situação poderá provocar o aumento do preço deste produto. 

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segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Notícia - Fundão recebe encontro de trabalho da Associação da Rota Europeia do Queijo


O Fundão irá receber, nos dias 19 e 20 de outubro, o segundo encontro anual da AREQ - Associação da Rota Europeia do Queijo (European Cheese Route Association).
A AREQ é um projeto que reúne nove regiões europeias, todas elas ligadas ao queijo, cujo objetivo é potencializar a relação entre os sectores agroalimentares e turísticos dessas regiões, através dos recursos locais ligados à fileira do queijo.
Este encontro, no qual irão participar mais de 30 membros da associação, será realizado através de várias equipas de trabalho e apresentação de projetos que se encontram em fase de desenvolvimento.
A abertura deste encontro, com declarações à imprensa, irá realizar-se, na quinta-feira, dia 19 de outubro, às 9h00, na Praça do Município, em frente ao Casino Fundanense.  

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Notícia - Seca reduz produção de queijo Serra da Estrela para metade


Os cerca de 50 associados da Estrelacoop produzem, anualmente, mais de 50 toneladas de queijo Serra da Estrela. «Se assim continuarmos, não chegamos às 30».
queijo
O presidente da Estrelacoop - Cooperativa dos Produtores de Queijo Serra da Estrela, Júlio Ambrósio, diz que a seca deverá reduzir a produção de queijo em mais de 50% face ao ano anterior.
«Com isto que estamos a atravessar [período de seca], é muito provável que as quantidades de produção [de queijo] serão muito, muito, abaixo do ano anterior», vaticina Ambrósio, em declarações à agência Lusa.

O dirigente da Estrelacoop, entidade com sede em Celorico da Beira que representa os produtores certificados da região demarcada de produção do queijo Serra da Estrela. estima que a diferença na produção deste ano relativamente a 2016 deverá ser «muito elevadíssima».
«Se isto assim continuar, a quebra pode ir a mais de 50%», disse.
Os cerca de 50 associados da Estrelacoop produzem, anualmente, mais de 50 toneladas de queijo Serra da Estrela.
«Se assim continuarmos, não chegamos às 30» toneladas, refere Júlio Ambrósio, lembrando que só no ano passado a cooperativa vendeu 25 toneladas de queijo para um cliente nacional.

Segundo o responsável, a seca está a preocupar os produtores de queijo da região da Serra da Estrela, que se queixam de não terem alimento para os animais.
«Neste momento, há produtores que querem comprar comida para o gado, nomeadamente em Espanha», e não conseguem. E «alguma coisa que há à venda é muito cara», alerta.
Júlio Ambrósio conta que a água também escasseia e, «em muitos lados», os proprietários dos rebanhos «têm de percorrer muitos quilómetros para irem buscar a água [em cisternas] para alimentarem os animais».
A direcção da cooperativa está em contacto permanente com os produtores, mas o seu dirigente lamenta que a instituição ainda não tenha sido contactada pelo Ministério da Agricultura.
«Se nós temos o melhor produto do mundo - o queijo Serra da Estrela - e ninguém olha para nós, é de lamentar», desabafou o dirigente.

A Estrelacoop reclama a atribuição de subsídios públicos para as explorações pecuárias da região da Serra da Estrela ultrapassarem o atual problema criado pela seca.
«Com a idade que tenho, nunca me lembro de atravessar uma crise como a que estamos a atravessar com esta seca», rematou Júlio Ambrósio.
A região demarcada de produção do queijo Serra da Estrela abrange 18 municípios, como Guarda, Fornos de Algodres, Celorico da Beira, Gouveia, Manteigas, Seia, Trancoso, Oliveira do Hospital, Nelas, Penalva do Castelo, Mangualde e Covilhã.

A cooperativa Estrelacoop é a entidade gestora da Denominação de Origem Protegida (DOP) do queijo Serra da Estrela que só pode ser produzido com leite de ovelha das raças Serra da Estrela ou Churra Mondegueira.

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